
Fosse passo caminho? Fosse pássaro pouso? Fosse tu pergaminho? Fosse ária ou corso? Coubesse no canto um grito? Soubesse da luz um fosco? Amasse do corpo o rito? Roubasse da vida um pouco? Dobrasse barco em branco papel? Rondasse as frestas dos inimigos? Sonhasse o mastro golpes ao céu? Tolhesse as flores feitas de vidro? Tombasse o veio da imensidão? Lanhasse as voltas do inconcebível? Trançasse os punhos da exatidão? Danasse as rotas do mundo crível?
Bah, lanço Acab-Eça..: Nau!
6 comentários:
Palavra que silencia
O nome-mesmo a-dizer;
Sugerir, subentender:
Isso é calou, poesia.
respirei! ..
Querida, darei meu feedback dos livros quando concluir a leitura. No momento ainda não iniciada por conta de outros livros que já havia começado. Agradeça ao poeta por mim!
Depois te aviso pelo facebook os detalhes do lançamento.
Sucesso!
Tem gente que faz tudo isso!!!
=}
Postar um comentário