sábado, 26 de outubro de 2013


Porque o céu já não é mapa
Ou as estrelas rosa dos ventos
Dirijo-me à força de vontade fraca
À sombra de quereres lentos

Porque o outro, desfeito o porto,
É o perigo em forma de dentes
Tal cão cansado, finjo de morto
Escapo à fera dentro das gentes

Porque o tempo bole no sangue
E o silêncio arde no ouvido
Procuro, qual cartaz de bangbang,
Vivo ou morto: algum sentido...

1 comentários:

DeniseSCARAMAI disse...

Que delícia vir aqui e apreciar tua arte, cada dia melhor!
Abraço forte!